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Novo Hospital Regional de Guajará-Mirim: há 7 anos em construção e não há prazo para concluir

O número de mortes em Guajará-Mirim pela Covid-19 ou por outras doenças e comorbidades poderia ser menor se se estivessem concluído a construção do Hospital Regional. Iniciadas em março de 2013, as obras estão paralisadas e já atravessam três governos. Um vídeo (veja abaixo) produzido pelo canal Hashtag 24 horas, circulou pelas redes sociais mostrando a cronologia da construção do hospital, desde a primeira estaca fincada na área de 10 mil metros quadrados destinada à obra.

O Mais RO pesquisou e encontrou um dos exponenciais culpados: o Ministério da Saúde. Ao atrasar os repasses à construtora A.C. Faustino Ltda,  o governo federal inviabilizou a continuidade das obras. Atrasos chegam a quase dois anos. O empreiteiro Adenilson Casagrande Faustino não aguentou a pressão e abandonou as obras. Ao atual governo parece que não interessa concluir as obras, fadadas a virar escombros. Mesmo porque, se concluídas, o governo estadual teria que arcar com R$ 20 milhões anuais para manter o hospital funcionando. Mas esse não deveria ser um problema ou impasse para a conclusão das obras. O que faltou foi compromisso do governo federal com a saúde de Guajará-Mirim.
Para concluir as obras, seriam necessários R$ 4 milhões de reais, de um total de R$ 14 milhões.
 VIDEO – Novo Hospital Regional de Guajará-Mirim
Veja situação do “Novo” Hospital Regional de Guajará-Mirim, Senhor governador, este é um clamor popular, de gente que vem sofrendo por causa do Regional que e sua responsabilidade. A situação beira o caos. Temos perdido pessoas de todas as idades por pura falta de estrutura, ética de alguns profissionais e falta de medicamentos.
A população de Guajará não suporta mais esta situação. Nas redes sociais, o Regional tem sido motivo de vergonha e tristeza para o nosso povo.

A responsabilidade entre os entes da Federação é repartida.

À União cabem os procedimentos de alta complexidade/alto custo; aos Estados, as de alta e média complexidade; aos Municípios, de acordo com as PPI, as ações básicas e as de baixa complexidade e, segundo acordado com os Estados, as de média e alta
complexidade para as quais possuam recursos financeiros, humanos e materiais.

Cabe ao Estado intervir imediatamente nesta situação, atendendo a esse clamor popular.


Fontes: Mais RO com Hashtag24Horas /Alan Erik

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