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Representes da Emater participam de reunião no banco da Amazônia juntamente com Secretário Executivo Regional da Casa Civil de Guajará-Mirim e Nova Mamoré

 


Durante a manhã desta quarta-feira (25), o Secretário Executivo Regional da Casa Civil de Guajará-Mirim e Nova Mamoré Coronel Flávio Derzete, participou de uma importante reunião no Banco da Amazônia com Equipe da EMATER I, e discutiram sobre o novo Plano Safra 2020-2021.

Ainda participaram do encontro representando Hilton Neves gerente Regional do Território Madeira Mamoré, e os gerentes locais da Emater, Geuzenira Ilaede (Guajará), Agrônomo Cícero de Souza (Nova Mamoré), Rogério Costa (Nova Dimensão), além do Médico Veterinário Rodrigo Faccas, e a Engenheira agrônomo Luciana.

Durante a reunião com a gerente interina, ficou esclarecido que os produtores rurais já podem acessar os recursos para financiamento nos bancos que operam com crédito rural e nas cooperativas de crédito.

Os representantes do Banco da Amazônia informaram que o Governo Federal disponibilizou R$ 236,3 bilhões para apoiar a produção agropecuária nacional, valor 6,1% maior (mais R$ 13,5 bilhões) que o da safra anterior e o maior da história.

O Secretário Regional se mostrou satisfeito com a informação por que sabe que o recurso vai garantir a continuidade da produção no campo e o abastecimento de alimentos no país durante e após a pandemia do novo coronavírus.

Nos primeiros meses do ano agrícola, os produtores dão início à execução de suas decisões de plantio e de investimento, baseadas em expectativas de mercado e nas medidas de apoio anunciadas no lançamento do Plano Safra.

Os pequenos produtores rurais terão R$ 33 bilhões para financiamento pelo Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar (Pronaf), com juros de 2,75% à 4% ao ano, para custeio e comercialização.

Para os médios produtores rurais, serão destinados R$ 33,1 bilhões, por meio do Programa Nacional de Apoio ao Médio Produtor Rural (Pronamp), com taxas de juros de 5% ao ano (custeio e comercialização).

Outro setor beneficiado será o da pesca comercial, que terá maior acesso ao crédito rural. Desta forma, a atividade poderá financiar a compra de equipamentos e infraestrutura para processamento, armazenamento e transporte de pescado.

Fonte: Assessoria

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